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A Câmara Municipal de Loures assinou recentemente um Protocolo com a Rodoviária de Lisboa para a entrada em funcionamento de um mini-autocarro entre o apeadeiro de Moscavide e a Portela de Sacavém. Este projecto insere-se no INTERREG III C, um programa financiado pela União Europeia. “A Rodoviária de Lisboa vai receber uma verba paga mensalmente pela Câmara de Loures para compensar as desvantagens económicas e tarifárias inerentes à exploração mas, caso haja u
m aumento da procura que justifique a necessidade de aumentar o número de autocarros, haverá uma compensação suplementar por cada veículo a mais.”
Este serviço visa aumentar a mobilidade dos cidadãos e estimular o recurso ao transporte ferroviário.
Não sei o que presidiu à escolha deste itinerário, posso supor, como experiência piloto para este tipo de serviço, mas atendendo aos objectivos a que se propõe, creio que não ter sido a mais acertada, nem a mais necessária.
A ligação entre estas duas freguesias contíguas é, neste momento, assegurada por uma carreira Urbana da Rodoviária de Lisboa, assim como por dois autocarros da Carris. Das quatro estações e apeadeiros da linha do norte existentes no Concelho, o de Moscavide é o único que está inserido na malha urbana, sendo os restantes, Sacavém, Bobadela e Santa Iria de Azóia periféricos em face aos núcleos que servem. Por outro lado Moscavide e Portela são as freguesias mais próximas de Lisboa e também as menos dispersas no que respeita à ocupação urbana do seu território. Já as restantes, em especial a Bobadela, São João da Talha e Santa Iria de Azóia, possuem grande dispersão territorial com vários bairros e localidades, todos eles afastados dos apeadeiros da CP e onde a oferta da Rodoviária é quase exclusivamente a de carreiras de fluxo pendular para Lisboa. Por isso, este serviço, em todas estas freguesias faria mais sentido do que entre Moscavide e Portela.
Outras razões, de estratégia ou simples táctica justificaram esta escolha.
![](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioL4Lk5XiCS125MJLgVjiYGn7mAMU9CYypSKC3yA37idWoUz1BOlkmej9DvH95DQOCOxSPlD6kmSs9bNMafwl0WoSL1VyJ6RmG_AC79Pjpw42lzqcOnuSaGMUqAIPm8OhkyA4tz4xH6SA/s400/destaque_20070801.jpg)
Este serviço visa aumentar a mobilidade dos cidadãos e estimular o recurso ao transporte ferroviário.
Não sei o que presidiu à escolha deste itinerário, posso supor, como experiência piloto para este tipo de serviço, mas atendendo aos objectivos a que se propõe, creio que não ter sido a mais acertada, nem a mais necessária.
A ligação entre estas duas freguesias contíguas é, neste momento, assegurada por uma carreira Urbana da Rodoviária de Lisboa, assim como por dois autocarros da Carris. Das quatro estações e apeadeiros da linha do norte existentes no Concelho, o de Moscavide é o único que está inserido na malha urbana, sendo os restantes, Sacavém, Bobadela e Santa Iria de Azóia periféricos em face aos núcleos que servem. Por outro lado Moscavide e Portela são as freguesias mais próximas de Lisboa e também as menos dispersas no que respeita à ocupação urbana do seu território. Já as restantes, em especial a Bobadela, São João da Talha e Santa Iria de Azóia, possuem grande dispersão territorial com vários bairros e localidades, todos eles afastados dos apeadeiros da CP e onde a oferta da Rodoviária é quase exclusivamente a de carreiras de fluxo pendular para Lisboa. Por isso, este serviço, em todas estas freguesias faria mais sentido do que entre Moscavide e Portela.
Outras razões, de estratégia ou simples táctica justificaram esta escolha.
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